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Quinta-feira, Maio 29, 2003


Quando eu gosto de um blog, fico chateada se vou là e por dias e dias nao està atualizado. Agora estou muito danada porque nao consigo atualizar o meu. A situaçao do computador é a mesma e, prà piorar, estou trabalhado tanto que tem dias que me sento sò prà comer.

Toca em todas as radios, toca no supermercado, a bandinha do bairro toca no domingo de tarde. Quem é? Os Tribalistas com "Jà sei namorar". Jà tao falando que vai ser uma das musicas do verao.

Tà fazendo um calor infernal.

Joga farofa no ventilador:


Situacao 1:
O padre me chama na sacristia, antes da primeira comunhao da minha filha:
- Eu queria falar com a senhora mas sò hoje tive a oportunidade. Espero que nao se ofenda.
(Quando falam assim, me irrito logo)
- Pode dizer (sorriso forçado)
- Eu gostaria que de hoje em diante, a senhora nao viesse mais comer a hostia.
- ?????
- A senhora sabe, na sua situaçao, as pessoas reparam e eu tenho o dever de dizer.
- Me desculpe, mas eu nunca comi a hostia!
- Nao se envergonhe, é uma situaçao dificil também prà mim, mas a senhora vive em pecado, sabe, casada com um divorciado...
- Pode parar por aih. Em primeiro lugar, eu nunca comi hostia nenhuma, nem aqui nem em outra igreja. Eu nao fui criada na religiao catolica e nao sei nem me benzer. Sò sei o gosto da hostia porque como torrone. Torrone posso comer, nao? Eu venho aqui, porque nao tem outra igreja perto de casa, e enquanto o senhor faz as suas oraçoes, eu faço as minhas. Sem hostia.
- Se a senhora insiste em dizer que nao come a hostia, a proxima vez que vier pegar eu vou dar por caridade cristiana, mas saiba que serà em pecado.
- Olha, depois dessa é bem capaz que eu nao apareça mais. Assim sobra mais hostia pras pessoas sem pecado.
- Pode vir quando quizer as portas da casa do Senhor sao sempre abertas, bla-bla-bla....

Situaçao 2:
To voltando do açougue, com o meu saquinho na mao, pulando uma amarelinha imaginaria na calçada cheia de quadradinhos, quando de repente me aparece na frente uma megera balançando um chaveiro na minha cara, gritando:
- A senhora sabe que nao tem o direito de botar o carro aqui! Esse estacionamento é e x c l u s i v o dos moradores do prédio! Eu vou denunciar, eu vou quaraquaqua, eu vou perepepé!!!
- Moça tà falando comigo? Mas a senhora me conhece?
- Sim! A senhora é a dona da lavanderia ali adiante, e na sua casa tem uma garagem com vaga pra dois carros! Porque é que bota o seu carro aqui na vaga dos outros? Eu tenho direito e todas as vezes que chego com o meu carro encontro o seu!
- Tà bom. Sò que eu nao tenho carro. Nao sei nem dirigir.
- Ah, que faccia tosta (cara de pau)! Ainda tem coragem de dizer que nao bota o carro aqui.
- Eu nao disse que nao boto carro. Eu disse que nao tenho carro. Quando a senhora chegar e encontrar o "meu" carro aqui, atravessa a rua e vai là em casa me chamar, assim chamamos o guarda e resolvemos a situaçao.
- Tà bom, mas é melhor que eu nao veja mais o seu carro na minha vaga.

Situaçao 3:
To no meu cantinho passando roupa, quando entra um cliente e meu marido vai atender. Daqui a pouco escuto o maior bate-boca e vou ver o que è, encontro esse cliente que me diz:
- Olha ela aih! Diz pro seu marido que sabado nos encontramos na piscina e a senhora me tratou muito mal sò porque eu ofereci um sorvete! Nao precisava dizer que eu era um velho sem-vergonha! Eu sò queria ser gentil.
- Eh impossivel que o senhor tenha me encontrado, eu estava trabalhando no sabado.
- Mas nao, talvez a senhora nao quer que seu marido saiba que estava na piscina, mas eu nao merecia ser tratado assim na frente das pessoas.
Meu marido, que ria da situaçao e procurava dizer que o homem estava enganado, de repente ficou nervoso e acabou com a discussao insinuando que o véio tava maluco. Nunca mais apareceu aqui.

DESCOBRI QUE TENHO UMA SOSIA!!!!!

Igual é um caminhao cheio de chines. Eu sempre ri desse ditado, mas o pessoal aqui que estava tao acostumado com o seu simile homo-bianco-nordico, de repente teve que se ver com a invasao das morenas. A outra brasileira que mora na minha rua, a 100 metros da minha casa, prà eles é minha irma-gemea.
Eu sou mais alta.
Eu uso oculos.
Eu tenho o cabelo marrom curto e liso.
Eu sou mais magra (por enquanto).
Eu sou mais nova (essa eu podia evitar).
Ela sò vive na missa, ela tem carro, ela vai na piscina no sabado.
Nos duas somos brasileiras e morenas, entao, somos iguais.





Joga farofa no ventilador:

Domingo, Maio 25, 2003


Utilidade Publica prà quem mora aqui:

1) Pra telefonar pro Brasil agora tem a nova carta Edicard, é sò ir em qualquer ricevitoria Lotto e pedir a carta Edicard LATINA (é feita na hora, no mesmo papel dos jogos Lotto), com apenas 10 euro se fala 251 minutos para o Rio de Janeiro e 253 prà Sao Paulo (telefonar pra celular e interior dos estados sao menos minutos).

2) Pra quem manda dinheiro pro Brasil, o Banco do Brasil em conjunto com a Banca Anton Veneta, manda até 2.500,00 euro com taxa de 16,00 euro. A grana é disponivel em 24 horas em qualquer agencia do BB no Brasil. Dùvidas? Telefona pro SILVIO (02) 8825220, da agencia do BB em Milao - Piazza Castelo 1/3° andar.

Tà sofrendo com saudades de casa? Sentes uma coisinha dentro da barriga, que nao se satisfaz com essas guloseimas que nao tem nada a ver com o teu DNA? Entao esperimente a torta de fubà "Saudades do Brasil" e, de quebra, fecharàs a boca daquela parente chata do teu marido que diz que nao sabes cozinhar! Fàcil e rapidinho.

INGREDIENTES
1 e 1/2 xicara de fubà de milho (aqui na Italia, daquelas de fazer polenta, bramata é a melhor)
1 colher de farinha de trigo
3 xicaras de leite (pode substituir 1 xicara por 1 de leite de coco)
1 e 1/2 xicara de açucar
2 colheres de sopa de manteiga ou margarina à temperatura ambiente
3 ovos
1 colher de sopa de fermento
4 colheres de sopa de coco OU queijo ralado
canela em pò (opcional)
erva-doce -aqui, semi di anice- (opcional)

Em um liquidificador (de copo grande) bater primeiro os ovos inteiros e depois acrescentar todos os outros ingredientes (menos a canela e a erva-doce). Bater e colocar num tabuleiro untado com margarina e polvilhada com açucar. Se quizer dar uma bossa na torta, depois que colocar no tabuleiro, jogue um pouco de erva-doce e polvilhe um pouco de canela. Forno pré-aquecido a uns 180 graus por uns 20 minutos (até ficar bem douradinho em cima). Quando esfriar, corte em quadradinhos.

Acompanhe com um café negao ou, prà quem bebe, Coca geladinha.


Joga farofa no ventilador:

Quarta-feira, Maio 21, 2003


Recebi da Veronica no dia das maes, mas sò agora consegui postar...

A professorinha mandou os seus alunos fazerem uma redação tendo como tema:
"Mãe... só tem uma"

No dia seguinte, todos na sala, ela chama o Giovanni ( tricolor, morador da
Barra da Tijuca, 7 anos ),
para ler sua redação e o garoto assim começa:
Eu estava doente, espirrando, tossindo, febril, não conseguia comer nada,
não podia brincar, nem vir à escola. Aí, de noite, a mamãe esfregou Vick
Vaporub no meu peito, me deu um leite com um comprimido, me cobriu, eu
dormi e, no dia seguinte acordei bonzinho e feliz.
- "Mãe... só tem uma!"

A classe toda aplaudiu, a professora elogiou, deu dez para Giovanni e
chamou o Carlos ( vascaíno, mora em Copacabana, 7 anos ) que já foi logo
lendo a dele:
Eu tinha prova de Conhecimentos Gerais no dia seguinte, não sabia nada,
não conseguia decorar nada e comecei a chorar, achando que ia tirar nota
zero.
Aí, a mamãe sentou do meu lado, pegou o livro, leu e me explicou tudo
direitinho, tomou a minha lição várias vezes e eu fui dormir sossegado.
Quando acordei senti que sabia tudo, vim à escola, fiz a prova e tirei 10.
- "Mãe... só tem uma!"

A classe também aplaudiu Carlos. A professora deu dez para ele também, e
chamou o Wandergleidson Silva dos Santos Júnior ( flamenguista, mora no
Borel, 12 anos - está na mesma série há 3 anos, mas já repetiu o maternal 2
vezes ).
- Cheguei em casa, minha mãe, que estava na cama com um cara que não
conheço,
gritou para mim:
- " Wandergleidson Júnior, seu moleque safado, deixa seus doze irmãos aí
uma instante, vai lá na geladeira e me traz duas cervejas !!! "
- Aí eu abri a geladeira e gritei pra ela: "Mãe... só tem uma!"




Joga farofa no ventilador:

Sexta-feira, Maio 16, 2003


Estavamos lembrando outro dia aqui em casa de um fato que aconteceu alguns anos atras e foi noticia em toda Italia: um homem, voltando da viagem de férias, "esqueceu" da mulher num restaurante na auto-estrada. Depois de percorrer muuuuittoos quilometros, quase chegando em casa, se deu conta que faltava alguma coisa, ou seja, a doce-metade. A mulher, justamente furiosa, falou que ele sempre foi distraido mas nunca podia imaginar que chegasse a esse ponto! Meu marido, comentando o acontecido, me disse: " ... e voce ainda tem coragem de dizer que sou distraido". Pois é isso mesmo, estou esperando o dia que ele me esqueça em algum lugar. A sua distraçao muitas vezes me faz perder as estribeiras, quem sabe quantos pegas vamos ter ainda por esse motivo.
Tudo começou quando, depois de alguns meses de convivencia, percebi que ele NUNCA fechava as gavetas, nao é que AS VEZES deixava uma gaveta aberta, ele abria, se servia e largava là aberta. Nao melhorou nem quando uma vez eu dei uma pernada numa gaveta que ele deixou aberta na cozinha que me deixou uma cicatriz que tenho até hoje. Depois veio o problema das chaves do carro, que ele perde em continuaçao e todas as vezes que temos que sair, é um corre-corre prà procurar as chaves, que achamos sempre nos lugares mais esdruxulos da casa, o cumulo foi chegar atrasadissimos no casamento de suo filho porque ele tinha apoiado a chave dentro da geladeira quando foi beber agua. Comprei um chaveiro com assovio, mas ele perdeu. A soluçao foi fazer tantas chaves de reserva que hoje estao espalhadas por toda casa e ele nao acha nunca. Isso sem falar nas tres vezes que ele deixou a chave de casa pendurada na fechadura e sò percebemos no dia seguinte, agradecendo a Deus que ninguém percebeu e abriu a casa (a porta de casa fica na cara da rua).
Fomos passar um fim-de-semana em Cannes, no domingo de tarde antes de vir embora, estacionamos o carro em uma ruazinha e fomos tomar um sorvete na beira da praia. Passeia de là, passeia de cà, começou a chover e ficamos, eu e a Juliana, esperando embaixo de uma marquise enquanto ele ia pegar o carro. Depois de mais de meia hora nada de chegar, nòs ja estavamos morrendo de frio e preocupaçao quando chega ele A PE' . "Acho que roubaram o carro, rodei tudo e nao encontrei". Eu: "mas nao é possivel! Voce tem certeza que procurou no lugar certo?". Ja tiririca da vida, là fui eu resmungando procurar o carro, eu me lembrava que tinha um supermercado na esquina da rua e achei logo o lugar. De longe eu vi o carro: "Olha là seu panaca, o carro tà ali!". Ele: "Aonde voce tà vendo o carro? Eu jà passei aqui mais de tres vezes!". Parei na frente do carro. Ele botou a mao na cabeça e começou a rir. Estava procurando um carro PRETO!!! Esqueceu que tinha trocado de carro e agora a cor era VERMELHA!!! (detalhe, jà tinha quase um ano). Foi quando eu perguntei prà ele se ele tinha certeza que nao tinha esquecido o cerebro no utero da mae dele quando nasceu...
Tà na hora de mandar ele procurar um médico!

Joga farofa no ventilador:

Domingo, Maio 11, 2003


QUEM VIVE DE PASSADO E' MUSEU

Em 1970 eu tinha 11 anos. Morava em Laranjeiras, na rua Alvaro Chaves, na cara do Fluminense sem nunca ter torcido por ele. O Brasil foi tri-campeao mundial e lembro todo mundo no meio da rua, o transito quase parado na Pinheiro Machado buzinas e bandeiras, as radios ligadas e era um tal de 'noventa milhoes em açao' que nao acabava mais (jà tinha o José Carlos Araujo?). Na televisao tinha o J. Silvestre e, se nao me engano, a novela era Antonio Maria. Eu lia Bolota, Brotoeja e Riquinho e, escondido da minha mae, MAD e O Pasquim. Frequentava o Clube de Regatas Guanabara - domingo de piscina com direito à salsichao e, mais tarde, matineè dançante com maxi-saia, dançando Venus e F... come femme quando abaixavam as luzes. Estudava na Escola Anne Frank, aquela ali colada no muro do Palàcio Guanabara, que era um dos meus lugares preferidos - amava a sua arquitetura, o seu candor e até o seu cheiro quando entrava ali, ainda bem que nao estou vendo ele ser profanado por essa gente feia que estao ali agora, indignos de tanta beleza. A merenda preferida era sanduiche de presunto defumado que eu ia comprar quase todo dia de manha na padaria IV Centenario e, de tarde, a galera se reunia prà ir pro Largo do Machado tomar sorvete ou fazer bagunça na Sears de Botafogo, a pé, prà cima e prà baixo.
Quando chovia, deixavamos em desespero o porteiro 'Seu Josè', que nos proibia de patinar no hall super encerado e nòs, por vingança, apertavamos todos os botoes do elevador como toda criança sadia tem obrigaçao de fazer e, de vez em quando, alguém mais corajoso fazia até xixi nas escadas. A rua era nossa, a carrocinha da Kibon tinha tudo que precisavamos - chicletes Ping-Pong com tatuagem que bastava lamber, pirulito de morango e chocolate, picolé de coco e Eskibon; o jornaleiro da esquina nao esquecia de avisar quando saia um album de figurinhas novo, os porteiros do Fluminense nos deixavam entrar prà dar um mergulho nas piscinas ou assistir os treinos de futebol (comportar-se bem garantia outras entradas) e os guardas do Palacio Guanabara nos davam as maos quando queriamos atravessar a rua.
Depois a gente cresce e de uma hora prà outra, sem nenhuma razao, lembra a criança que se foi. E fiquei aqui pensando como serà que vive a possivel menininha que mora là no meu predio hoje.


Joga farofa no ventilador:

Sexta-feira, Maio 09, 2003


Coco verde na praia da Barra, pastel com caldo de cana no calçadao de Madureira, picanha no Porcao de Ipanema, pao doce e salgadinho na Manon, strudel com chantilly no Ernesto's, chopp geladinho no bar Luiz, suco de frutas na Rua da Alfandega, frango à passarinho no Petisco da Vila, angù do Gomes na porta do Imperio, cachorro quente na porta da Tradiçao, churrasquinho de gato na porta da Portela, kibe e humus no Cedro do Libano, chupar rapadura na feira de Sao Cristovao, caipirinha na Cobal do Humaità, bolinho de bacalhau no Rei do Bacalhau, chouriço na feira da Praça Seca, aipim frito em Santa Teresa, sanduiche de frango defumado na barraca do Pepe, amendoim torrado no trem da Central, sorvetao na Vienna, batida de maracujà no Osvaldo, Engov num copo d'agua no primeiro boteco que encontrar...
Dolci ricordi antes de começar a maldita dieta.

Joga farofa no ventilador:


Ufa! Finalmente consegui escrever! A Lei de Murphy ataca outra vez. Fiquei uma semana sem teclado, de repente o bicho ficou todo duro e tive que botar no lixo. Comprei outro muito porreta, parece um painel de astronave, mas quando "acoplei" no meu tiranossauro de computador o teclado funcionava mas o computador nao. Agora, vai quando quer (e pouco).
Hoje tà fazendo um calor anormal, 32 graus e muito abafado como sempre. O problema do calor aqui é o abafo, muito umido, a roupa cola e o respiro pesa. Inutil dizer que com o trabalho que faço as coisas pioram, o vapor do ferro e o calor que jà està no ar nao sao uma combinaçao gloriosa e nem respondo mais quando o pessoal me diz: "ah, prà voce està bom, pois jà està acostumada com o calor..." , queque tà pensando, que eu sou a mulher que veio do inferno? To cheia de dizer que quando faz calor là no terceiro mundo, a gente pode até ligar um ar refrigerado (oooohhhhh!!!!). Hoje eu passei exatamente 76 calças compridas, 38 paletòs, uma infinidade de casacos de todos os tipos e lunguezas e comecei o dia ao som de Juventude Transviada (lava roupa todo dia, que agonia...), bem alto, com o Luiz Melodia e a Cassia Eller, assim me dou carga pra enfrentar o tranco. Alias, passo o dia inteiro cantando mesmo, é o melhor remedio prà botar o cansaço prà correr e aturar os clientes chatos que por sorte sao poucos, mas quando chegam estragam o teu dia. Com a chegada do calor, o trabalho aumenta muito (hoje, acabei às 21,40 hs. porque comecei cedo, às 7,45) e tem dias que faço até 12, 13 horas/dia. Temos que aproveitar pois nos outros meses o movimento é muito menor e, praticamente, trabalhamos agora pra sobreviver nos outros meses, mais ou menos como a cigarra e a formiga!
Pessoal, me desculpem, mas vou respondendo a todo mundo devagarzinho. Esses dias o tempo é pouco e o computador é o que é (uma merda mesmo).

Joga farofa no ventilador:

Sexta-feira, Maio 02, 2003


Geeeeeeeeeente!!! To sem teclado!!!! Por enquanto nao posso nem responder e-mail! Espero de conseguir sair amanha pra comprar um novo. Post pequeno, na casa da vizinha.

Joga farofa no ventilador:



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