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Terça-feira, Outubro 31, 2006


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O jantar de hoje aqui em casa: Canja e Cirò.





REDIMENSIONANDO PESSOAS QUANDO ME CONVÉM


BERLUSCONI INSEGNAVA AI SUOI VENDITORI COME COMPORTARSI CON I CLIENTI STRONZI


Tra le mille notizie relative all'ex premier c'è anche la riproduzione testuale dei consigli di Berlusconi alla sua forza vendita relativi al "cliente stronzo":
"I clienti stronzi sono quelli che si devono conquistare a tutti i costi, sono i clienti che non dobbiamo assolutamente lasciarci scappare, quelli sono i clienti che dobbiamo assolutamente raggiungere prima degli altri. Perché questi si alzano e tutte le mattine, guardandosi allo specchio, che cosa vedono? Vedono uno stronzo. Giorno dopo giorno, mattina dopo mattina, quello specchio riflette la stessa, drammatica immagine. E quindi i signori che appartengono disgraziatamente a questa categoria si incazzano immediatamente e restano incazzati per tutto il giorno.

Questi uomini vengono sempre trattati da stronzi, tutti li trattano da stronzi, perché logicamente, essendo tali, vanno trattati così. Però, fate attenzione, perché dovete entrare in campo voi, con la vostra arte e le vostre astuzie. Siccome lo stronzo viene trattato da tutti come uno stronzo, se trova invece qualcuno che lo tratta in maniera diversa gli sarà grato, anzi gratissimo, per sempre. Sarà disponibile, sarà aperto, sarà cordiale, sarà gentile, sarà riconoscente, insomma sarà meno stronzo. E quindi abbiamo anche reso un servigio all'umanità, l'abbiamo alleggerita. Quindi bisogna conquistare questi clienti principalmente perché diventeranno gli amici più sinceri, i clienti più preziosi, in quanto vi saranno per sempre grati e riconoscenti"



Para quem não entende italiano, Silvio Berlusconi, ex Primeiro Ministro italiano, antes de entrar na política entre outras coisas, vendia imóveis. Construiu um império na telecomunicação e virou o homem mais rico da Itália mas também o mais discutido. Não vou entrar nos detalhes da sua carreira pessoal e política pois daria um livro mas o que não se pode negar é que o homem é dotado de incontestável simpatia e capacidade de vender até água salgada no meio do mar. Imaginem um Silvio Santos sem o rá-rááá..., com o mesmo implante de cabelos e muito mais grana. Pois é, é o Berlusconi.

No texto acima ele ensina aos seus vendedores a tratar com o "cliente stronzo" (STRONZO, literalmente, é um pedaço de cocô, e é o termo usado como "ofensa" a uma pessoa idiota e/ou imbecil mas daquelas que agem com maldade, com grosseria e falta de educação). Ele diz da importância de tratar bem o cliente stronzo pois este tipo de pessoa é tão acostumado a ser tratado mal (porque é stronzo) que ficará surpreso de tanta delicadeza que se transformará no melhor cliente do mundo.

Por caráter, sou gentil e afável com todos os clientes mas alguns clientes stronzi já conseguiram me tirar do sério e acabar com o meu bom humor; por isso às vezes, quando aparece um preparo logo o meu arsenal de patadas. Por sorte são poucos e falo deles de vez em quando (quem iria ler um post falando do cliente legal?) mas o cliente mais stronzo que tenho é da pior espécie: é um stronzo à prestação, daqueles que destilam devagarzinho o veneno somente pelo prazer de ver a minha irritação "in crescendo", prá ver até que ponto posso chegar, antes de explodir.

Ele já tocou a campanhia da minha casa às 9 da noite querendo entregar a roupa enquanto eu estava jantando (não abri a porta); todas as vezes reclama do preço e diz que aumentei (mesmo não sendo verdade); todas as vezes que me dá o dinheiro sempre faltam alguns centavos e diz que está bem assim mesmo (no começo deixava prá lá, mas agora só entrego a roupa se ele me dá tudo); ao menos uma vez em cada dois meses vem aqui dizendo que não acha alguma peça e só pode ter sido eu que não entreguei (eu faço ele conferir a roupa toda quando entrego mas não adianta nada); ele quer as camisas dobradas do tamanho da gaveta da mesinha de cabeceira e as vezes volta prá reclamar que a camisa estava amassada quando ele desdobrou (pudera!); quer a roupa toda dobrada e enfiada dentro de uma sacola de papel pois, segundo ele, não fica bem que as pessoas vejam ele sair da lavanderia com a roupa pendurada no cabide (detalhe: ele estaciona o carro na calçada da loja e só tem que dar dois passos quando sai daqui); quando bebe, faz xixi nas calças e traz aqui ainda molhada dizendo que acabou de derramar água (quando tá bebado fica mais stronzo, invés de acalmar)... e por aí vai.

Voces devem estar pensando que ele é somente um chato! Taí a diferença: um chato faz isso tudo sim, mas sem gritar, nem falar palavrão, nem bestemiar e sem dizer prá mim que não sei lavar a roupa porque sou estrangeira e no meu país eu nem sonhava em saber o que era roupa limpa!

É ou não é stronzo?

PS.: Já mandei ele ir lavar a roupa em outro lugar um monte de vezes. Mas não sei por que, volta sempre.




ESPERO QUE O STRONZO NÃO LEIA



Para dar sorte, Massa usa mesma cueca por 3 dias

"Se o fim da semana da corrida começa bem, uso a mesmo cueca da sexta-feira no treino de sábado. Se der certo, repito no domingo. Foi o que aconteceu no Brasil", afirmou o brasileiro, em entrevista ao programa Fantástico, da Rede Globo.




PRÁ ENCERRAR DE VEZ COM ESSE PAPO



Com o post do xixi aí em baixo, o stronzo do Berlusconi e a cueca do Massa, encerro a trilogia defeco-urinária respondendo a pergunta da Gabriela que comentou: "Se você descobrir o mistério que se esconde por trás da ausência de xixi conta, ok?"

A minha opinião é que aqui muitas pessoas (geralmente aqueles dos cinquenta anos em diante) tem um excesso de pudor no que diz respeito a tudo que se relaciona com a parte do corpo que vai da cintura até o começo das coxas. Medo de violar a intimidade como por exemplo, indo no banheiro e encontrar uma calcinha pendurada pode gerar mal-entendidos e isso é fruto de uma educação repressiva e um modo antigo de pensar que o sexo é uma coisa suja.

Lembro quando cheguei aqui minha sogra ficou furiosa porque eu estendia a roupa íntima no varal e reclamou dizendo que isso não se fazia, os vizinhos podiam pensar mal de mim.
Tive que abandonar bem depressa o meu instinto selvagem e escrachado. Ainda bem que tem o blog onde posso escancarar.

Quem não gostar, vai ler o blog do bispo Macedo.



Sábado, Outubro 28, 2006


POST NOJEEEENTO (TCHAN!)







Amanhã, lá vou eu prá Milão votar de novo. Como todos sabem, o meu interesse por esses dois candidatos é zero - que me perdoem todos os políticamente ativos de uma parte ou de outra, mas meu patriotismo foi dar uma voltinha nestas eleições e meu único interesse mesmo é sair de casa prá bater pernas.

O que leio pelos jornais é insuficiente para formar uma opinião sensata e não consegui nem identificar o menos pior, coisa que não me embaraça nem um pouco já que esta é a situação de muita gente que está dentro do caldeirão (Brasil) e faz parte do mesmo grupo que eu: os ignorantes (no sentido que ignoram o que fazer), que é uma categoria pior do que a dos indecisos, que ao menos têm o privilégio da dúvida.

Não assisti o debate e acho que não perdi nada. Do resumo feito pelo jornal, me pulou no olho a única frase digna de nota, pronunciada pelo candidato Lula, que é um primor de clarividência e cala a boca de todos aqueles que até agora o chamam de ignorante e incapaz:

"Quem ganhar, governa".



E no Rio, hein?
A previsão do tempo diz que vai passar um ciclone e que as ondas do mar poderão alcançar até dois metros.
Ao menos com o vento não roubam as urnas.



Leia AQUI uma entrevista que um italiano, professor universitário no Brasil, dá a um jornal aqui da minha cidade, falando das eleições.


Bom voto e salve-se quem puder.




OUTRA MIJADA



Estava me preparando prá escreve um post sobre a coisa ridícula que aconteceu hoje aqui, na Camara dos Deputados. Mas já está tarde, estou com sono e, melhor de tudo, acabei de passar lá no Flavio e ele já disse tudo.





RASOIO AREA BIKINI





Foto: Desencannes.com


Uffa! Acabaram as obras aqui na paróquia. Quer dizer, acabou o grosso mas faltam ainda muitas coisas, e não se sabe quando será tudo livre da poeira e desarrumação.

Como tudo aqui em casa é tragicômico, foram dias de nervoso por causa da falta de comodidade em ter que viver/trabalhar um ambiente em desalinho e os bate-bocas foram intensos. Logico que sempre por causa de bobagens sem nexo porque, afinal, que graça tem brigar por coisas lógicas?

O "projeto" era somente reformar um cômodo, nos fundos da casa, que era usado como "sgabuzzino" e ali estavam, além de material utilizado para o trabalho, tudo aquilo que a gente acaba acumulando dizendo "um dia vai servir" mas nunca serve. E taca a colocar banquinho com a perna quebrada, almofada precisando de forro novo, livros de escola mal usados que alguém pode precisar um dia, teclado do computador porque se esse quebra tem o outro... já entenderam, né? Tudo aquilo que o rato maluco coloca no fundo da toca e no final acaba jogando fora sem nem olhar, prá não correr o risco de acumular tudo de novo em outro lugar.

O problema é que o teto estava pericolando e precisava também trocar as traves de sustentação, reformar o muro, mudar o piso e abrir uma porta nova. Ora, aqui no primeiro mundo do meu cacete, qualquer obrinha de merda que você faça em casa, é obrigatório pedir licença à Prefeitura, chamar um engenheiro para o projeto, arquiteto, empresa de construção, o Bozo, o espírito do Cangaceiro e o caralho a quatro que, no final do babado, acaba dando mais dinheiro pro alheio do que o que precisa para a dita reforma. Como o capital aqui em casa é sempre merrequinha, meu marido seguiu o exemplo dos nosos vizinhos que, na encolha, já fizeram até aparecer dois comodos a mais nos fundos da casa sem que ninguém notasse. Quem iria se incomodar com a reforma de uma coisa já existente? Quem? Quem? O vizinho, é claro. Pior, o vizinho que mora a quase 50 metros! Veio aqui reclamar do barulho que fazia a máquina de raspar o chão (que funcionou apenas por dois dias, em horário diurno) estava incomodando. E ainda por cima, depois de enfiar a cabeça prá dar uma bisbilhotada melhor do que aquela da sua longíqua janela, disse que iria na Prefeitura saber se tínhamos a licença para fazer uma "construção" nova!
Ô gente rabugenta, mal-resolvida e enxerida. Meu marido botou prá correr mandando ele cuidar da sua vida mas mesmo assim foi "O" cagaço esperando de uma hora prá outra a visita da inspeção.
Espero que ninguém da Prefeitura leia isso aqui... eu apago, nego e renego. Até porque agora não podem fazer mais nada: já tá tudo pronto.

Teria que abrir um capítolo para falar do alto grau de bisbilhotice que algumas pessoas têm aqui por essas bandas.
Deve ser porque, apesar de ter vivido no subúrbio onde pipocam candinhas, acho aqui a coisa rídicula porque o pessoal tem uma grande cara-de-pau e fazem perguntas sem o menor pudor. Por exemplo, sempre no papo da obra, chegou o caminhão para descarregar o cimento e meu marido tirou o carro da garagem e pediu para o camionista entrar de ré, assim descarregava mais perto do local onde o cimento seria usado e também evitaria que os "olheiros" que ficam na porta do bar começassem a fazer conjecturas. Não adiantou nada: um grande cara de tola atravessou a rua e entrou na nossa garagem! Quando o motorista do caminhão perguntou o que ele queria, o velho falou: "eu vim ver o que é que voces estavam descarregando... prá que é?" Mas nós nunca tínhamos nem dado bom-dia pro sujeito!

Mas quem mora aqui já deve ter reparado na quantidade de velhos que ficam, logo de manhã. olhando os canteiros de obras. Sai até briga por discordância de opinião. Enquanto estão ali, até acho graça; pior é quando começam a dar sugestões para o mestre-de-obras, o pau come.

Não vejo a hora de sair desta casa. Moro na frente de um bar e de um ponto de onibus. Abro a janela de manhã e já encontro ao menos uns 10 pares de olhos que fixam a minha casa. Pior que às vezes esqueço e saio que nem a Chèrie Blair no dia seguinte da posse do marido: abro o balcão de pijama e descabelada e já estrago meu dia. Da janela da cozinha vejo as janelas dos vizinhos, da janela do banheiro, idem. Adeus sentar no vasinho com a janela aberta: risco de ter que dar tchauzinho pro poliziotto que faz a barba e seu espelho vem parar bem dentro do meu banheiro. Um dia faço um strip, só de raiva.

Saio prá comprar pão e é facil escutar: "ei! trocou as cortinas, hein? Essas são mais bonitas, onde comprou? quanto pagou?" ou então: "porque voces ainda não consertaram o balcão? tá feio assim..." ou ainda: "eu te vi ontem que estava dançando enquanto cozinhava... era musica do teu país?" e mais: "porque você fecha a janela todos os dias de tarde?" por último: "acordou tarde hoje heeeeeinnnn???". Sem falar no idiota que passa o dia inteiro no bar e, somente em ver minha sombra grita: "Bra-siiiiiillllll".

NÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOOOOOO......... me deixem em paz!!!!

Não veem que estou ficando ranzinza e me incomodo com tudo????????

Mas não era isso que eu queria falar. Como sempre, divaguei. O papo era de mijo.

Brincadeira não, um amigo do meu marido veio fazer a tal obra. Amigo de infância, padrinho de um dos seus filhos, companheiro e frequentador da nossa casa; foi com ele que viajou nas férias e tudo. O cara chegava aqui as oito da manhã e ia embora as sete da noite, almoçava aqui e tomava café de tarde também. Mas depois de alguns dias notei uma coisa: não fazia xixi, ou melhor, não ia no banheiro de jeito nenhum já que lavava as mãos no tanque antes de vir para a mesa. Eu fiquei embacucada com isso: como pode uma pessoa passar o dia inteiro sem mijar? E olha que a gente aqui em casa bate um vinho legal na hora do almoço e também ele consumia uma garrafa de água mineral enquanto trabalhava. Comecei a observar, achando que poderia ter me enganado já que não ficava colada no sujeito o dia inteiro e também a suspeitar que ele fazia xixi nas minhas plantas, depois de constatar que ele não usava mesmo o banheiro.

Uma noite, travou-se o seguinte diálogo entre eu e meu marido:

- Mas escuta, é uma minha impressão ou Fulano não vai no banheiro?

- Por que? Você está tomando conta do xixi do homem? (falando grosso)
(começamos mal...)

- Não, só acho esquisito que ele passa o dia inteiro e não é possível que não sinta vontade.

- Acho melhor acabar com esse papo aqui mesmo. Isso não é coisa prá se falar.
(ai meu deus, me segura, quando começo a sentir o poder alucinógeno das palavras sem sentido que saem daquela boca, tudo pode acontecer)

- Peraí, me diz somente o que é que tem de mal perguntar por quê uma pessoa não faz xixi.

- Mas eu preciso te dizer que isso é uma coisa íntima? Que não é pergunta que se faça? Você seria bem capaz de falar isso com ele!
(aiiii.... caí no buraco da Alice e daqui a pouco vou ver o coelho correndo com o relógio)

- ÍNTIMO???? Mas eu não perguntei se ele faz sexo com a boneca inflável nem se ele é gay! Eu falei prá VOCÊ uma coisa que percebi e mais nada!

- Prá mim, tudo que sai do corpo é intimidade e você não tenho o DIREITO de fazer CERTAS perguntas. Posso até pensar que tem alguma segunda intenção por detrás disso.
(sim caro, sabendo desse segredo eu posso até chegar a saber o tamanho do membro dele! Fui descoberta!)

- Tá de sacanagem comigo, não? Diz que estás somente me provocando por que ainda não brigamos hoje...

- Não, não. Até avisei prá parar com a conversa antes que se degenerasse.

- Tá bom. Finiamola qui, antes que eu vire uma galinha ao molho pardo. Meu sangue já começou a ferver.


No dia seguinte, na hora do almoço, num güentei segurar a ruindade e achei um jeito de perguntar pro cara se ele tinha prisão de ventre.

Meu marido ficou quase uma semana sem falar comigo. E eu fiquei quase uma semana morrendo de rir (por dentro).


(Já falei aqui também de quando meu sogro veio pintar o porão, anos atrás. Toda vez que ele sentia vontade de fazer xixi, pegava o carro e fazia 10 quilometros até a sua casa, mijava e voltava prá trabalhar. No mínimo, três vezes por dia).

E ainda tem gente que me diz que eu tenho imaginação fértil... preciso?




Sexta-feira, Outubro 20, 2006


CONFUSA E FELICE



Falando sério. Aliás, seríssimo. Já comentei por aqui que toda vez que vejo meu dentista eu fico com nevralgia? O pobre coitado apareceu aqui na loja ontem e eu comentei isso com ele, que já é a quinta ou sexta vez que acontece. Que eu já fui no consultório duas vezes por causa da dor e ele não acha nada nem nos dentes, nem na gengiva. Sacanagem não, hoje estou com nevralgia de novo. Tá certo que está chovendo e tá tudo úmido, mas como explicar a dor quando faziam 35 graus? Só pode ter sido porque eu vi ele, não? Amanhã vou queimar as calças compridas dele. Assim ele muda de lavanderia e vai levar a uruca prá outro.

Estou com ataques de saudades de casa. Murcha como uma cenoura esquecida na gaveta da geladeira. A Itália é uma merda quando começa a fazer frio. Não, tô brincando, quando estou assim é uma merda de qualquer jeito.

Mas ao mesmo tempo hoje estou feliz porque ri demais sozinha. Maluca, eu? Sim...... Feliz porque lembrava de uma coisa. Não vou dizer o que é.
Fatti i cazzi vostri.


CONFUSA E FELICE
Carmen Consoli

sai benissimo che una goccia innonda il cielo
è così piccolo il mondo che ci osserva
sai benissimo che non chiedo tanto adesso
è cosi piccolo il mare che ci ascolta, che ci addormenta

vorrei tentare
vorrei offrirti le mie mani
vorrei tentare
vorrei difendere questo momento

e penso di sentirmi confusa e felice
e penso di sentirmi confusa e felice
e penso di sentirmi........

sai benissimo che sto tremando e non c'è freddo
e sono vittima di questa gioia immensa
sai benissimo che nulla può scalfirci adesso
è così fragile il mondo che ci aspetta, che ci spaventa

io vorrei tentare ancora
vorrei difendere questo momento

confusa e felice
confusa e felice
confusa e felice





Quarta-feira, Outubro 18, 2006


JORNALECO


----- Um choque entre dois trens no metrô de Roma matou uma pessoa e feriu outras 236. Como sempre vem acontecendo ultimamente, logo se pensou em um atentado. Ainda não se sabe a causa mas parece que um dos trens não obedeceu um sinal vermelho.


----- Saiu a relação do Istat (Instituto de Estatísticas) sobre a presença de estrangeiros que vivem na Itália, referente ao 1 de janeiro de 2006, quando o número da população estrangeira regular (não clandestinos) era de 2.670.514 (1.350.588 homens e 1.319.926 mulheres), com um aumento de 11,2% em relação ao ano anterior.
As regiões com maior número de estrangeiros são aquelas do Centro-Norte, sendo que a Lombardia abriga quase o 25% e Milão o 10% do total.
Os países de origem em que se verificou um maior incremento de entradas foram: Ucraina, Romania, Albania, China e Equador.


----- A Polícia interrompeu um casamento entre ua mulher italiana e um travesti colombiano, clandestino e que se prostituía a Roma. A noiva contou aos policiais que não sabia de nada e que, apesar de ter conhecido o noivo pouco tempo atrás, ficou fascinada por ele e resolveu casar também para ajudar a regularizar sua situação.
A noiva arrisca uma denúncia por favorecer a imigração clandestina. O noivo será expulso.


---- O escritor italiano Roberto Saviano, autor do livro, já best-seller, "Gomorrra" que conta a atualidade da máfia napolitana, depois de várias ameaças de morte recebeu a proteção do governo e vai por aí acompanhado de guarda-costas. O escritor declarou que "o sucesso do livro estragou a sua vida".


---- O governo italiano se prepara a uma revolução: é já pronto um desenho de lei que permite o uso dos derivados da cannabis para fins terapeuticos, como substância anti-dolorífica que estimula o apetite e bloqueia a náusea para consumo de pacientes oncológicos submetidos a quimioterapia.
Além disso, poderá ser usada também para reduzir os efeitos inflamatórios em outras doenças, como a artrite reumatóide, esclerose multipla e a inapetência nos doentes de AIDS.


----- Nos Estados Unidos, um gato provocou um incêndio esbarrando em uma vela. A dona da casa, uma senhora paralítica, foi ajudada pelo seu cachorro a chegar até ao telefone e pedir ajuda. O cão e o gato morreram mas a senhora conseguiu se salvar.


---- O tarado chupa-pés continua a atacar.





DURMA BEM





Amor da minha vida
Daqui até a eternidade
Nossos destinos foram traçados
Na maternidade
Paixão cruel, desenfreada
Te trago mil rosas roubadas
Pra desculpar minhas mentiras
Minhas mancadas
Exagerado, jogado aos seus pés
Eu sou mesmo exagerado
Adoro um amor inventado
Eu nunca mais vou respirar
Se você não me amar
Por você eu largo tudo
Vou mendigar, roubar, matar
Até nas coisas mais banais
Pra mim é tudo ou nunca mais
Exagerado, jogado aos teus pés
Eu sou mesmo exagerado
Adoro um amor inventado
E por você eu largo tudo
Carreira, dinheiro, canudo
Até nas coisas mais banais
Pra mim é tudo ou nunca mais
Exagerado
Jogado aos teus pés
Eu sou mesmo exagerado
Adoro um amor inventado
Jogado aos teus pés
Com mil rosas roubadas
Exagerado
Eu adoro um amor inventado


Exagerado (Cazuza / Ezequiel Neves / Leoni)



Domingo, Outubro 15, 2006


COM O DEDO PRETO


Dias duros com consequente falta de tempo. Obras em casa, meu marido não está trabalhando e estou sozinha na loja. O dia acaba antes que eu perceba. Nem falo a poeirada dentro de casa que tenho de limpar ao menos duas, tres vezes no dia, o almoço na hora pros dois peões, as roupas dos clientes, etc. A Juli voltou a trabalhar e fiquei mesmo perdida na selva esses dias. Nem sei quando vai acabar.

No final de semana começei a dar os primeiros sinais de cedimento mental e na sexta-feira fechei a porta da loja com o dedo dentro, queimei feio o braço com o ferro de passar, dei uma cabeçada na mesa de vidro e quase fui atropelada por uma moto na frente da minha casa. Mas não era sexta-feira, 13? Pè de pato mangalô tres vezes.

Aí hoje dormi a manhã inteira, nem fiz almoço.




TARADO BELEZA


Entre as notícias de violência urbana dos jornais do Rio, achei uma pérola de esquisitice.
Um tarado que entra nas casas e chupa os pés das mulheres!
Valha-me!



TORCIDA CANARINHO

Não vi ninguém comentar dos Primeiros Jogos da Lusofonia em Macau, que acabaram hoje.
Acompanhei, quando pude, pelo satélite (canal RTP Internacional - Portugal) a performance do Brasil que não deu vexame.
Participaram: Portugal, Macau, Angola, Brasil, Moçambique, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Cabo-Verde e Timor-Leste, como membros efetivos; Guiné- Equatorial, Índia e Sri Lanka, como membros associados.
O Brasil, que não se faz representar em futebol, trouxe aos jogos uma delegação de 74 atletas, participando em masculinos nas modalidades de atletismo, futsal, taekwondo, tênis de mesa e voleibol de praia e em femininos no atletismo, tênis de mesa e voleibol de praia.



VICIADA NO YOU TUBE


Apresentador muuuito profissional.







Quarta-feira, Outubro 11, 2006


QUEM VAI AO BARZINHO HOJE?










Segunda-feira, Outubro 09, 2006


SOMENTE NÚMEROS



Entrei aqui e o olho bateu no contador de visitas. O número era 99969. Então está para chegar o visitante número 100000!!!!

Bum, bum, bum! (morteiros de balão pegando fogo)

O sortudíssimo leitor que me mandar a página com o número fatal vai ter uma surpresa!





FESTA DA VENDEMMIA EM CASTAGNOLE MONFERRATO (PIEMONTE)



Ontem fomos no Piemonte, uma excursão com o pessoal aqui do bairro .
Tava era bão. Partimos às 7 da madrugada e passamos o dia degustando os vinhos da região com queijos, salames de javali e caldarrosta (castanhas na brasa).
Começamos às 10 da manhã e às seis da tarde ainda tinha gente com o copo de vinho na mão (eu parei lá pelas cinco e meia).
Na volta foi uma cantoria geral dentro do onibus e ainda bem que ninguém passou mal.

Eis as fotinhas:



Neblina insistente de manhã na pianura



Arranjo de outono na feirinha da praça



Barraca dos queijos



As linguiças e a linguiceira



Pés de uva



A bandinha



A praça



E prá não perder a pose....
A "tavolata" com o pessoal do meu bairro!










PENSEI...



Pensei que fosse uma cegonha invés era um urubú!



As reações:

EU: no mundo da lua, pensava como adaptar a barriga à tábua de passar.
O PAI: como é possível?
A FILHA: mãe, agora era a minha vez!
A GINECOLOGISTA: comece a pensar na possibilidade de entrar em menopausa.





Terça-feira, Outubro 03, 2006




era só o que faltava...





Domingo, Outubro 01, 2006


Fui votar.
Mas o melhor foi bater perna em Milão com duas novas amigas (e uma velha. Ei, não de idade mas de conhecimento!).

Estou sem saco.










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